A empresa brasileira que respira inovação

Profundidade do Conteúdo deste Artigo.

Olá, Meu nome é George Lucena e vamos falar um pouco mais sobre Inovação.

A WEG foi criada em 1961, em Santa Catarina, com um aporte de capital de apenas US$ 12 mil.

Certamente, seus fundadores, Werner Ricardo Voigt, Eggon João da Silva e Geraldo Werninghaus, não imaginavam que aquela pequena fábrica de motores se tornaria, décadas depois, um grupo capaz de faturar R$ 1,53 bilhão em 2002, com unidades em 14 países e exportações para outros 80.

Mais que isso: a WEG respira inovação.

O percentual de faturamento gerado por produtos com menos de cinco anos de idade é de 70%, índice encontrado apenas nas empresas mais inovadoras do mundo.

Uma de suas divisões, a de motores elétricos, constitui um raro exemplo de inovação tecnológica constante.

A fábrica produz mensalmente cerca de 35 mil motores e desenvolve, em média, 60 novos protótipos por mês.

A meta é ainda mais ambiciosa: tornar-se o maior fabricante mundial de motores elétricos de baixa tensão.

Na verdade, não se trata de um projeto de tão longo prazo como se pode imaginar: a WEG já ocupa a segunda colocação mundial na fabricação de motores.

A estratégia

Um dos fatores que garantem o sucesso da companhia catarinense que atua também em áreas como química, transformadores, automação, máquinas e acionamentos é uma bem definida estratégia presente em todas as frentes: um centro tecnológico, uma área de engenharia e processos e a constante parceria com universidades e consultores externos.

O investimento nos funcionários é intensivo.

A empresa reserva cerca de U5$ 3,5 milhões por ano para cursos e treinamento de pessoal.

A preocupação da WEG com a inovação resume-se no discurso de um de seus fundadores, Eggon João da Silva: “Se faltam máquinas, você pode comprá-las; se não há dinheiro, você toma emprestado; mas homens você não pode comprar nem pedir emprestado.

Homens motivados por uma idéia são a base do êxito”.

Companhia global

A meta de internacionalização da empresa foi perseguida pelo filho de um dos fundadores, Décio da Silva, presidente do grupo desde 1989.

Apesar de obter 40% da receita com as vendas externas, o executivo acredita que seu grande mérito não é apenas exportar, mas sim ter se transformado numa empresa internacional.

As exportações da WEG vêm aumentando a cada ano: de US$ 131,6 milhões em 1998, conseguiram alcançar US$ 177,2 milhões em 2002.

Os momentos da inovação

A empresa admite que nem todas as suas áreas vivem o mesmo momento da inovação.

Um exemplo é a WEG Acionamentos, criada em 1982.

Em seus primeiros anos de atividade, a divisão comprava tecnologia do exterior.

Porém, como o acesso a sistemas de ponta tornou-se mais difícil, a empresa se viu obrigada a criar tecnologia própria.

O diretor-superintendente, Harry Schmelzer Jr., requisitou 16 pesquisadores do grupo WEG para sua unidade e estabeleceu parcerias com universidades estrangeiras que tinham competência na área de acionamentos.

Os pesquisadores foram enviados a essas universidades no exterior e um consultor alemão foi contratado pela empresa para atuar no Brasil em caráter permanente.

O processo de estruturação do departamento de P&D da área terminou em 2000, e a companhia hoje já não precisa comprar tecnologia do exterior.

A WEG Acionamentos já opera, inclusive, nos Estados Unidos e na Europa.

As particularidades

O superintendente da WEG Motores, Moacir Sens, conta que a companhia desenvolveu algumas maneiras diferentes de observar os competidores.

A empresa gasta, por exemplo, cerca de U5$ 100 mil por ano na compra de produtos concorrentes para checar se as especificações conferem com as informações do manual do proprietário.

A conclusão: muitas especificações checadas não estão de acordo com o manual.

Essa estratégia, de não perder o olho na concorrência, está sempre presente.

De quatro em quatro anos, a WEG compra ferramentas de indústrias italianas para aprender a melhorar seus próprios produtos.

“A meta é provocar as pessoas a pensar que tudo numa fábrica pode ser reaproveitado”, afirma Sens.

Para o executivo, desenvolver umproduto e lançá-lo rapidamente no mercado pode ser uma estratégia mais eficaz que correr atrás de uma patente. “Patentear no Brasil ainda é um processo muito burocrático.”

Bem. Espero que tenha ajudado a discutir um pouco sobre este tema.

Estarei publicando uma série de novos artigos… acompanhe nossas publicações, cadastre-se em nosso site e curta a nossa Fanpage.

Ahh! É muito importante para MIM e PARA VOCÊ que você deixe um comentário neste artigo.

Sempre que você comentar um artigo eu me comprometo em criar um link para a sua página na resposta ao seu comentário!

É assim que construiremos uma grande rede de conteúdo relevante!

Abraço e Sucesso!

Ahh! Não esqueça de visitar o nosso Site: www.glucenaonline.com.br

George Lucena

Visite nossa Fanpage


Profundidade do Artigo
0
Qualidade deste Artigo
0
Utilidade deste Artigo
0
Média
  Carregando, por favor aguarde yasr-loader


Originalmente publicado em no Guia Valor Econômico de inovação nas empresas: Moysés Simantob & Roberta Lippi.

Deixe um comentário

avatar
  
smilegrinwinkmrgreenneutraltwistedarrowshockunamusedcooleviloopsrazzrollcryeeklolmadsadexclamationquestionideahmmbegwhewchucklesillyenvyshutmouth
Foto e arquivos de imagem
 
 
 
Arquivos de Áudio e Vídeo
 
 
 
Outros tipos de arquivos
 
 
 
  Inscrição  
Notificação de