Análise de trechos do livro: A Arte da Guerra de Sun Tzu – Parte 002

Olá… Meu nome é George Lucena e hoje estou aqui para falar de Marketing.

E se o Assunto é sobre Estratégias de Marketing, não dá para deixar o livro A Arte da Guerra de fora desta discussão.

Em 1972, arqueólogos chineses encontraram fragmentos do livro A Arte da Guerra, datado da dinastia Sung (960 a 1280), que completava a obra e compunham a versão completa e atual do mais sábio tratado militar da história da humanidade.

A Arte da Guerra é um dos clássicos mais influentes do pensamento oriental sobre estratégia.

A Arte da Guerra é sem dúvida a Bíblia da Estratégia, sendo hoje amplamente utilizada no mundo dos negócios, conquistando pessoas e mercados.

Já foi citado em filmes como Wall Street e é constantemente aplicada para solucionar os mais recentes conflitos do nosso dia-a-dia.

Nesta sequência de artigos, vou explorar trechos da obra e seria muito interessante a sua participação comentando e passando a sua visão e experiência sobre o Assunto.

Então vamos deixar de nhém nhém nhém e vamos começar:

O mais antigo tratado militar da história da humanidade, intitulado A Arte da Guerra, foi produzido por Sun Tzu pelo ano de 500 a.C.

Infelizmente pouco se sabe sobre o general Sun Tzu, porém, um acontecimento mencionado nos registros históricos por volta de 100 a.C nos ajuda a conhecer mais sobre o Mestre Sun.

O fato ocorreu quando Sun Tzu foi indicado por um ministro do rei Hu Lu que lhe disse:

– “Li atentamente seus treze capítulos. Posso submeter sua teoria de dirigir soldados a uma pequena prova?”

Após a resposta afirmativa por parte de Sun Tzu, o rei perguntou:

– “A prova pode ser feita em mulheres?”

A resposta tornou a ser afirmativa e o teste foi realizado com as damas da corte, entre elas as preferidas do soberano.

Sun Tzu escolheu duas delas, as prediletas do rei, para atuar como comandantes, e as instruiu seriamente.

Cada uma delas iria dirigir como um verdadeiro oficial as suas respectivas companhias.

As mulheres, no total de 300, trajando capacetes e armaduras, com espadas e escudos, foram orientadas por Sun Tzu.

Em seguida, foram separadas em dois grupos, ficando cada um sob o comando de uma concubina e, logo após um breve treinamento, foi marcada a apresentação perante o rei.

Mas, a despeito do treinamento dispensado pelo atento general, na hora da ação, quando receberam a ordem “Direita volver”, todas caíram na risada e nada fizeram.

Sun Tzu falou com sabedoria:

– “Se as ordens do comando não foram suficientemente claras, se não foram totalmente compreendidas, então a culpa é do general”.

Por conseguinte, repetiu a orientação e ordenou:

– “Esquerda volver” igual à vez anterior.

Ao receberem as ordens, as mulheres voltaram a cair na gargalhada.

Desta vez, Sun Tzu realmente enfureceu-se e disse:

– “Se as instruções não são claras e se não se acredita nas ordens, a falta é do general. Quando foram instruídas novamente e as ordens explicadas, e se ainda assim as tropas desobedecem, a falta é dos oficiais. De acordo com as normas de disciplina militar, qual o procedimento?”

O Mestre de Leis disse:

– “Decapitação!”

Assim as concubinas foram decapitadas, ainda que contra a vontade do rei, mas o general invocou a autonomia inconteste das suas ordens como comandante nomeado.

Sun Tzu, então, emite novamente as ordens, sendo que desta vez foi prontamente obedecido.

Dirigindo-se ao rei disse:

– “O Exército está bem organizado. Gostaria que Vossa Magestade observasse. Como quer que deseje-o empregar, mesmo que mande-o para o fogo ou para a água, não apresentará dificuldades. Pode ser utilizado para ordenar tudo o que há sob o Céu”.

O rei inconsolável pela perda das suas concubinas, não quis mais admitir Sun Tzu, que, ao se retirar, não deixou de dizer:

– “O rei ama palavras vazias. Não é capaz de juntar o gesto às palavras”.

Não há nada que o tempo não cure.

O luto pelas concubinas passou, mas como a situação do seu reino piorava, o rei admitiu que os seus inimigos estavam prestes a aniquilá-lo.

Ao ver-se perdido, convocou Sun Tzu, acreditando que seria oportuno admití-lo como conselheiro militar.

O seu exército, dali por diante, reorganizado e treinado pelo seu novo general, lhe conferiu poderes pelas suas grandes conquistas territoriais.

Os ensinamentos contidos nos treze capítulos de sua obra aplicam-se a todo e qualquer conflito, alcançando cada indivíduo com seu opositor, o amante com sua amada, uma empresa com outra, concorrente ou aliada.

A obra foi leitura obrigatória da hierarquia político-militar soviética e, conforme a lenda, a chave do sucesso de Napoleão Bonaparte, e uma das mais lidas no mundo dos negócios.

Bem. Espero que tenha ajudado a discutir um pouco sobre este ponto.

Estarei publicando uma série de novos artigos… acompanhe nossas publicações, cadastre-se em nosso site e curta a nossa Fanpage.

Abraço e Sucesso!

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George Lucena

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