Por que ainda é incipiente a parceria empresa-universidade?

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Olá, Meu nome é George Lucena e vamos falar um pouco mais sobre Inovação.

Da falta de estímulo ao conflito de interesses, há várias razões para a baixa interação.

Escolas e empresas precisam descobrir que suas vocações são complementares

É um equívoco pensar que empresas e universidades são entidades dissociadas: na verdade, elas se complementam.

E mais: juntas, têm condições muito melhores de alinhar esforços em direção ao desenvolvimento.

As companhias costumam procurar as universidades por diversos motivos: melhorar a capacitação de funcionários, disseminar seus produtos numa comunidade formadora de opinião ou, ainda, obter respaldo de um centro de excelência acadêmico reconhecido pelo mercado.

Mas, enquanto as empresas esperam retornos concretos dessas iniciativas, a academia está muito mais preocupada com o conhecimento a ser gerado e difundido entre estudantes e professores do que com o mercado de fato.

Esses interesses distintos, se não resolvidos logo de início, acabam gerando frustrações para os dois lados.

Quando bem planejada, a parceria empresa-escola tende ao sucesso em razão da própria complementaridade de suas vocações: a indústria conhece profundamente o mercado, mas, muitas vezes, tem dificuldade em formular uma solução.

Já a universidade conhece apenas parcialmente o problema do mercado, mas em contrapartida possui ou sabe construir metodologias para criar a solução.

A PHB Industrial, empresa do interior de São Paulo, criou um plástico biodegradável a partir do açúcar e se prepara para operar comercialmente entre 2004 e 2005, com capacidade de produzir 10 mil toneladas por ano.

Com financiamento do Programa de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas (Pipe) da Fapesp, essa nova tecnologia resultou da parceria entre Instituto de Pesquisas Tecnológicas (/PT), Cooperativa dos Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Copersucar) e Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (USP).

0 Disque-Tecnologia é um “pronto-socorro tecnológico” mantido pelo Sebrae e operado pela Universidade de São Paulo.

Recebe 300 consultas por mês e já ajudou 15 mil empresas. Hoje há 14 serviços semelhantes no Brasil e dois na Argentina.

TIPOS DE PARCERIA COM TERCEIROS

  • Cliente
  • Fornecedores
  • Empresas do mesmo setor
  • Senai, Sebrae etc.
  • Empresas do grupo
  • Consultorias
  • Universidades e institutos de pesquisa

FONTES DE INFORMAÇÃO E CONHECIMENTO

MAIS IMPORTANTES

  • Clientes
  • Fontes internas
  • Fornecedores
  • Feiras e exibições
  • Empresas do mesmo setor
  • Conferências

MENOS IMPORTANTES

  • Pesquisa pela internet
  • Empresas de consultoria
  • Outras empresas do grupo
  • Universidades
  • Institutos de pesquisa
  • Documentos de patentes

Bem. Espero que tenha ajudado a discutir um pouco sobre este tema.

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George Lucena

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Originalmente publicado em no Guia Valor Econômico de inovação nas empresas: Moysés Simantob & Roberta Lippi.

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